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É sabido que a série Need for Speed sofreu uma guinada drástica a partir da implementação de modificação nos veículos desde Need for Speed Underground. Desde então, a série passou a primar pela jogabilidade rápida e sem delonga, onde os veículos não sofrem dano e são passíveis de melhorias na performance e incrementos visuais diversos como pinturas, aplicação de adesivos/vinil além de acréscimo de aileron, saia e pára-choque desportivo.
Em Need for Speed: Pro Street a Electronic Arts, talvez em resposta à boa recepção de concorrentes como o Forza Motorsport 2, resolveu adicionar alguns elementos que todos desejavam na série como sistema de danos nos veículos e melhoria na inteligência artificial, além de uma engine gráfica condizente com as consolas de sétima geração. Com isso, é possível observar efeitos de luzes e detalhes nos veículos até então inéditos na série.
Já a física do jogo está bastante realista e de acordo com o sistema de dano, onde inúmeros fragmentos podem desprender-se do veículo caso um acidente ocorra. O cenário, por sua vez, passa das corridas ilegais nas ruas para circuitos fechados, onde a perícia do piloto é colocada à prova de maneira ainda mais incisiva.
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Depois de Call of Duty, chegou a vez da série rival Medal of Honor levar toda a acção baseada na segunda guerra mundial às consolas da nova geração. Mas este jogo da EA promete ir além de um tiroteio básico com um visual melhorado: Quer revolucionar tanto nos aspectos técnicos quanto na jogabilidade.
O novo Medal of Honor roda na última versão da tecnologia RenderWare, feita para a nova geração de consolas.
A sua história fala-nos de um soldado comum, chamado Boyd Travers, que participa nos eventos mais emocionantes e perigosos da segunda guerra. Apesar de ser um personagem fictício, Boyd participará de uma história real, baseada no itinerário que a famosa 82ª Divisão Aerotransportada do exército norte-americano percorreu na época da guerra daí o nome do jogo, Airborne. Tudo começará em julho de 1943, na invasão aliada à Sicília, que se encontrava dominada pelos nazis. Na vida real, este acontecimento, chamado de Operação Husky, foi a primeira grande participação da 82ª Divisão Aerotransportada na guerra.
Para garantir total fidelidade aos eventos históricos, a equipa da EA visitou várias localidades europeias para conhecer mais da história e capturar vídeos e fotos daquelas que foram palco para guerra. Todos os objectos, cenários e sons foram feitos do zero, uma vez que o material usado para os jogos anteriores da série já não condiz com o nível de detalhe ideal para as consolas da nova geração.
Como pretende inovar na jogabilidade, a EA adicionou alguns elementos bastante interessantes ao jogo, que trarão um dinamismo nunca antes visto. Um deles é a possibilidade do jogador começar a sua missão nos mais variados pontos: Como o herói saltará de pára-quedas no início de toda fase, será possível para o jogador controlá-lo durante a queda e guiá-lo para os mais diversos pontos do mapa. Pode-se cair no meio de uma rua, atrás de um agrupamento de inimigos ou até mesmo em telhados, copas de árvores ou dentro de uma igreja ¿ atravessando a cúpula de vidro do seu tecto. As opções são inúmeras e isto fará com que as missões possam ser encaradas de várias perspectivas.
Outra novidade que alterará a jogabilidade é a possibilidade de alterar as armas, melhorando-as. À medida que o jogador vai utilizando uma determinada arma, vai ficando mais familiar com ela e acabará podendo fazer alterações na mesma com peças extra que podem ser encontradas pelos mapas. Melhorias na precisão, na cadência de disparo e no armazenamento de munições, assim como na associação de peças extras, como facas para combates corpo a corpo e miras para maior precisão, serão algumas delas.
Na parte técnica, uma das grandes inovações ficará por conta da inteligência artificial, que não só cuidará para que os inimigos procurem abrigos e tentem apanhar o jogador de surpresa. Um novo sistema fará com que os personagens ¿ tanto aliados quanto nazis ¿ estejam sempre a avaliar as condições dos combates, como objectos e construções nos cenários que possam guarnecer melhor em número e em posicionamento os inimigos que estão a atacar, e tentarão movimentar-se para uma posição mais favorável a todo o instante. Isso fará com que os combates sejam sempre dinâmicos e baseado em cada circunstância. Como o jogador poderá começar a missão em diversos lugares diferentes, a IA estará preparada para reagir de acordo com as mudanças de situações.
Como era de se esperar de um jogo para a nova geração de consolas, MoH: Airborne contará com uma carga pesada de novidades tecnológicas, como texturas em altíssima resolução, gráficos de primeira linha e sons de alta fidelidade. Mas o destaque na parte técnica ficará mesmo para as animações e expressões faciais, inovadoras. Os soldados nazis e aliados terão a sua maneira peculiar de andar, que poderá ser identificado à distância, e cada um contará com uma infinidade de movimentações dos músculos faciais que demonstrarão com perfeito realismo as suas emoções.
Outra novidade relevante será o modo multiplayer cooperativo, para dois ou quatro jogadores. Poucas informações se têm dele até o momento, mas é certo que os jogadores também começarão as missões saltando de pára-quedas e poderão aterrar em pontos distintos, iniciando os combates em separado.
Medal of Honor: Airborne aparecerá na PS3, Xbox 360 e PC, mas também terá versões para PS2 e Xbox, que, obviamente, serão bem mais simples.. borla
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